Ensinamentos de igualdade

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Tudo se constrói com o conhecimento, o conhecimento é alimento para a sabedoria e cada momento vivido é um aprendizado que nós fortalece como pessoas.
A experiência adquirida durante esses dias de oficina nos fez enxergar o que muitas vezes fingimos não ver, que todos nós somos iguais, que são as nossas diferenças que nós tornam iguais, ter consciência sobre isso é o primeiro passo para nos permitir se conhecer melhor e compreender de forma aceitável e humilde as reais necessidades e decisões do próximo mediante a sociedade na qual encontra -se  inseridos.
Quando assumimos nossa história nos tornamos pessoas mais felizes e essa é uma das principais tarefas  da existência humana. Em um dos vídeos aqui assistido na thydewa, apresentado pela oficina irá Paula que tem como tema: leve has no labelo (o amor não tem rotulos), foi um vídeos que nós transmitiu a lição e ensinamento de que realmente somos todos iguais na diferença,  que não são os sexos opostos que distinguem o amor, o amor existe para os que sabem amar, ele não escolhe raça, religião, sexo,  ele simplesmente  acontece e  é lindo em sua totalidade.
Quem foi que disse que pessoas de genitalias iguais não podem se atrair, se amar, e ser feliz? Infelizmente a nossa sociedade é uma sociedade preconceituosa,  mas são os nossos atos e nossa postura que formam a nossa identidade, expressando ser quem realmente somos.
Aprendemos também que nós somos tudo junto, ou seja, somos espírito, matéria,  emoção;  nosso corpo não está separado, tudo está interagido.
A compreensão da nossa realidade e a aceitação da nossa identidade é a forma inteligente de conquistar nosso espaço na sociedade, sendo reconhecida por aquilo que somos e respeitadas por nossas escolhas e história de vida.
Esses são ensinamentos que queremos compartilhar com as mulheres da nossa comunidade .

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Meu nome é Edriane, sou Xokó, moro no município de Porto da Folha. Sou casada, tenho dois filhos, sou secretária da associação de mulheres indígenas Xokó há 07 anos. Trabalhei na mobilização social pela FETASE (Federação dos trabalhadores do Sergipe). Sou formada em história e agora estou como agente das mulheres do projeto da Thydêwá. Eu Sou Pelas Mulheres Indígenas.

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