O que eu não sabia e passei a conhecer depois do projeto

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O projeto Pelas Mulheres Indígenas nos possibilitou a ver o mundo de uma forma diferente, abrindo caminhos para que nós mesma deixássemos a frase clichê “As mulheres são sexo fragil” de lado e assim  mostrar nosso potencial.
No 3° encontro que foi realizado na Thydêwá, trabalhamos um tema voltado para a violência contra a mulher. Esse tema nos mostrou que atos de violência não são só agressão física, é também emocional e com ele nos transmitiu uma força e segurança nunca antes conhecida,  uma incentivação que despertou em nós a coragem de dizer não a violência e se impor,  recorrendo aos nossos direitos, como forma de libertação.
Também nos mostrou que somos capazes sim de tomar a frente de uma comunidade, de poder liderar uma nação, de botar a frente seu sonho e poder realiza-lo em união com seu povo.
Um dos pontos mais forte e marcante desse projeto é a metodologia trabalhada,  sempre buscando o reconhecimento e o fortalecimento da cultura, do papel e a importância da mulher dentro da comunidade e consequentemente reafirmando o seu espaço em meio a sociedade. 
Esse projeto foi um sonho e cada mulher  de suas respectivas etnias foi e continuará sendo um ponto desse sonho,  pois a garra e a determinação para tornar los realidade será sempre renovado, pois sempre unidas conquistaremos sonhos q almejamos alcançar.

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Meu nome é Edriane, sou Xokó, moro no município de Porto da Folha. Sou casada, tenho dois filhos, sou secretária da associação de mulheres indígenas Xokó há 07 anos. Trabalhei na mobilização social pela FETASE (Federação dos trabalhadores do Sergipe). Sou formada em história e agora estou como agente das mulheres do projeto da Thydêwá. Eu Sou Pelas Mulheres Indígenas.

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